
Jogador do Pachuca nega racismo contra Rüdiger, do Real Madrid
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23 de junho de 2025Rüdiger acusa Cabral de injúria racial no duelo do Grupo H

Rudiger conversa com atletas do Pachuca após acusar Cabral de racismo no Mundial (Foto: Richard Pelham/AFP)
A Fifa encontra dificuldade na conclusão do suposto caso de racismo no jogo entre Real Madrid e Pachuca, pelo Mundial de Clubes, segundo o “Marca”. Na reta final da partida, Rüdiger acusou Gustavo Cabral, da equipe mexicana, de injúrias raciais durante uma discussão em campo.
Após ler a súmula da partida do árbitro Ramon Abatti Abel e analisar o incidente, a Fifa entende ser difícil determinar se houve, de fato, um caso de racismo durante o bate-boca entre os atletas. A entidade vê o embate direto entre os dois jogadores como um empecilho para chegar a uma conclusão mais precisa.
Sem evidências gráficas, a Fifa conta com a descrição do evento, além dos relatos de ambos os jogadores envolvidos no suposto caso de racismo. Enquanto Rüdiger diz ser vítima, Cabral se defende das acusações do defensor do Real Madrid.
Embora uma punição possa não ser aplicada, a Fifa entende que o protocolo de racismo foi seguido de forma correta. Após a queixa do alemão, o árbitro Ramon Abatti Abel ativou o protocolo de injúria racial fazendo um “X” com os braços para que outras autoridades da partida estivessem cientes.
Quais as punições da Fifa em caso de racismo?
Se o caso de racismo envolver torcedores presentes nas arquibancadas, o clube pode ser punido com multas de até cinco milhões de euros (R$ 31,6 milhões), dedução de pontos ou até mesmo a exclusão de uma competição.
Se o caso de injúria racial envolver um jogador ou um treinador, a punição aplicada é com a suspensão por, no mínimo, dez partidas ou por um período específico de tempo. A sanção também é válida em situações que violem a dignidade ou a integridade de um país.
Acesse e leia nossos “Relatório Anual da Folha Discriminação Racial no Futebol” 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023 com os casos de preconceito e discriminação no esporte brasileiro aqui
Fonte: Lance!




