
Mais um clube absolvido das acusações de racismo
9 de janeiro de 2018
Repórter esportivo rebate uso pejorativo do termo ‘paraíba’: ‘Jamais me será uma ofensa’
9 de janeiro de 2018Um comentário nas redes sociais motivou uma campanha do Bahia que visa valorizar o clube e sua identificação com a torcida. O caso teve início após um tweet da turista paulista Gionandes Fervana, que visitou Salvador e viu muitas camisas tricolores nas ruas e poucas do Vitória. “A rivalidade é real, ou só existe um time na cidade?”, questionou a usuária, no microblog.
Foi então que o torcedor rubro-negro identificado como Ricardo Oliveira fez um comentário que gerou polêmica e repercutiu de forma negativa. “Você viu vendedor de picolé, de queijinho e limpador de pára-brisas nas sinaleiras. Por isso viu tantos”, respondeu.
Após a publicação, o Bahia divulgou em seu perfil oficial um print da resposta do torcedor do Leão e se manifestou sobre o assunto.
Até mesmo o presidente do clube, Guilherme Bellintani, utilizou as redes sociais para comentar o assunto. O dirigente falou da infância e revelou que costumava dar carona a vendedores de picolé e de queijinho que trabalhavam no caminho da Fonte Nova.
Hj lembrei de eu e Ivan andando até o ponto da Vasco da Gama pra pegar buzu pra Fonte. Depois aprendi a dirigir, e minha mãe me emprestava o Dakar branco. Aí eu saia dando carona aos vendedores de picolé e de queijinho que estavam nos pontos da Vasco da Gama. Êta torcida porreta.
— Guilherme Bellintani (@gcbellintani) January 8, 2018
Diante da repercussão, o clube iniciou uma campanha nas redes sociais com ênfase na Nação Tricolor. Veja:
O governador é Bahia.
O prefeito é Bahia.
O limpador de para-brisa e os vendedores de picolé e queijinho também são Bahia.
O Bahia é massa. O Bahia é da massa. Foi o Povo Tricolor que nos tornou ainda maiores.
A todos o nosso Muito Obrigado.
Todos, mesmo.#DeBermudaECamiseta pic.twitter.com/Q0sSjO4meD— Esporte Clube Bahia (@ecbahia) January 8, 2018
Acesse e leia nossos “Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol” 2014, 2015 e 2016, com os casos de preconceito e discriminação no esporte brasileiro aqui
Fonte: Metro1





