Museu do Futebol discute ações sociais dentro e fora dos gramados

divulgação

Em comemoração ao Dia Internacional dos Museus, no próximo sábado (18), o Museu do Futebol traz ações afirmativas no futebol para discussão e apresenta um bate-papo com representantes do Esporte Clube Bahia, pioneiro em levantar bandeiras de causas sociais.

O debate “Ações Afirmativas na Cultura do Futebol” contará com membros de um dos clubes mais populares do Nordeste, que apresentarão as campanhas de comunicação que têm posicionado o clube em diversas causas sociais, como o combate à violência, a igualdade de gênero, a intolerância religiosa e os direitos indígenas.

           Engajamento

A pauta é refletir sobre como usar a tradicional paixão pelo futebol para o engajamento a debates sociais mais amplos. O evento é gratuito e acontece das 10h às 13h, no auditório do Museu. Aqueles que não puderem estar presencialmente poderão acompanhar o debate pelas redes sociais do Museu.

“Faz parte da missão do Museu do Futebol inspirar ideias e experiências a partir do futebol. Procuramos estar atentos ao que acontece de positivo no mundo do futebol, como é o caso das campanhas recentes lançadas Esporte Clube Bahia”, , afirma Daniela Alfonsi, diretora de Conteúdo do Museu. “Promovendo esse bate-papo, reafirmamos nossa certeza de que o futebol é poderoso para contribuir para transformações sociais positivas e tão necessárias”, acrescenta.

          Leia também: “Não é só futebol: a luta do Bahia contra o racismo, intolerância e assédio às mulheres”

“O futebol amplia a sua razão de existir quando cumpre o papel de geração de bem-estar e transformação da sociedade. O futebol une pessoas, reconcilia conflitos e promove igualdade. Diante do nosso time, assim como deveria ser na vida, todos somos iguais. Por outro lado, também se revela como reflexo da sociedade ao se ser, lamentável e paradoxalmente, um ambiente de reprodução de homofobia, machismo, racismo, transfobia e outra muitas formas de preconceito. Mudanças no futebol refletem na sociedade. Mudanças na sociedade refletem no futebol”, revelou a diretoria do clube, por meio de nota.

Acesse e leia nossos “Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol” 201420152016, e 2017 com os casos de preconceito e discriminação no esporte brasileiro aqui

Fonte: SãoPaulo

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