Roger Goodell evita polêmica sobre ‘desemprego’ de Colin Kaepernick

Colin Kaepernick (foto divulgação)

A novela com pitadas de drama para o quarterback Colin Kaepernick continua. O jogador, que já conduziu sua ex-equipe, o San Franciso 49ers, até o Super Bowl ainda está desempregado e continua dividindo opiniões sobre seus protestos durante o hino americano.

O comissário da NFL, Roger Goodell, teve a oportunidade de falar sobre o quarterback. Ele participou nesta quinta-feira (07) do programa “First Things First”, do canal FS1, e foi perguntado se Kaepernick irá conseguir algum contrato de acordo com seus jogos na última temporada.

“Eu não sou um especialista em futebol americano”, disse Goodell, “Eu sou um grande fã. Eu tenho um papel de comissário, eu apenas assisto aos jogos e aproveito eu deixo as pessoas do futebol americano tomarem essas decisões”.

Vários jogadores e personalidades dentro da NFL acreditam que o jogador ainda não teve nenhum contrato por conta de sua situação extra campo com os protestos, e não devido às suas qualidades técnicas. Entretanto, Goodell acredita que até agora as equipes não contrataram Kaepernick pois não o viram como um bom reforço dentro de campo.

“Eu quero ver todos os jogadores tendo oportunidades, incluindo Colin (Keapernick), mas essas decisões são feitas pelo futebol americano”, disse Goodell.

Kaepernick é bastante ativista quanto aos direitos de igualdades racial, e foi o jogador que iniciou uma onda de protestos durante o hino nacional americano na NFL. O QB está sem clube desde março, quando ele e o San Francisco 49ers concordaram mutuamente em uma rescisão. O jogador de 29 anos até recebeu algumas sondagens, mas o interesse em sua contratação como free agent foi baixa, e enquanto vários outros quarterbacks considerados piores do que ele continuam na NFL, ele ainda está longe dos gramados.

Na última temporada, Colin Kaepernick lançou para 2.241 jardas, com 16 touchdowns e 4 interceptações, participando dos últimos 12 jogos de sua ex-equipe, além de correr para 468 jardas e anotar 2 touchdowns.

Acesse e leia nossos “Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol” 2014 e 2015, com os casos de preconceito e discriminação no esporte brasileiro aqui

Fonte: ThePlayoffs

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