Hooligans russos prometem “festival de violência” na Copa do Mundo de 2018

Reprodução / The Sun Hooligans russos causaram muita confusão na Euro 2016 e prometem o mesmo na Copa 2016

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Hooligans russos causaram muita confusão na Euro 2016 e prometem o mesmo na Copa 2016

Se a Copa do Mundo no Brasil foi considerada uma das mais alegres de todos os tempos, com a torcida lotando os estádios, colorindo as ruas das cidades-sedes e recepcionando muito bem os estrangeiros, o Mundial de 2018, na Rússia, promete ser totalmente o oposto disso. Quem garante são os hooligans russos.

Uma reportagem da “BBC Two” mostrou que os hooligans do país anfitrião da Copa 2018 prometem um “festival de violência” nos locais dos jogos, seja perto dos estádios ou nos bares onde estarão grande parte de torcedores. A promessa dos baderneiros foi classificada pelas autoridades do país como “propaganda destinada a desacreditar a organização do torneio”.

“Para alguns será um festival do futebol, para outros será um festival da violência”, ameaçou um hooligan na reportagem. Ele estava próximo da Arena Rostov, um dos principais estádios da Copa do Mundo de 2018.

          Rússia x Inglaterra

Apesar das declarações, Vladimir Markin, principal responsável pela segurança da RFS (Federação Russa de Futebol), afirmou que o documentário da rede de TV britânica intitulado “Hooligan Army” (ou, em português, “Exército Hooligan”) entra como parte de uma campanha para colocar dúvida no sucesso da organização.

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O dirigente defendeu a ideia de que a reportagem da “BBC Two” tinha como principal intuito desmotivar os torcedores ingleses de irem para a Rússia caso a seleção da Inglaterra se classifique para a competição, que será disputada entre 14 de junho e 15 de julho do ano que vem.

Durante a Eurocopa de 2016, disputada na França, hooligans russos entraram em diversos conflitos com torcedores ingleses, que chegaram a ser hospitalizados em coma. “A Rússia deu todas as garantias em relação à segurança e elas foram aceitas. Vamos cumprir totalmente as nossas obrigações”, declarou o vice-primeiro ministro, Vitaly Mutko, que também é o presidente do comitê que organiza a Copa do Mundo no país.

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Fonte: iG

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